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Vândalos destroem banner do CAECO

13 de maio de 2012 em Notas

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Essa última sexta ama­nhe­ceu coberta por atos de van­da­lismo no ICC Norte. Os ban­ners pro­mo­ci­o­nais da Calourada UnB, orga­ni­zada pelo DCE em con­junto com 43 CAs, e o ban­ner do Centro Acadêmico de Economia foram encon­tra­dos ras­ga­dos, mul­ti­la­dos e fora de seus locais de ori­gem. O ban­ner do CAECO, adqui­rido por R$ 500 em janeiro por meio de um esforço cole­tivo dos alu­nos, está inutilizável.

Não se sabe quem foram os auto­res do lamen­tá­vel inci­dente. A segu­rança da UnB apon­tou que a des­peito de dois even­tos terem acon­te­cido na última noite, o bazar da Maconha e o Rock Hour do CAFIL, eles não evi­den­ci­a­ram nenhum ato de van­da­lismo. Membros da ges­tão do CAECO e do DCE foram à cen­tral de segu­rança da UnB regis­trar um bole­tim de ocorrência.

É neces­sá­rio refor­çar o apa­rato da uni­ver­si­dade para que inci­den­tes como este não saiam impu­nes. Uma ins­ti­tui­ção do porte da Universidade de Brasília não pode se aco­mo­dar enquanto cri­mes e infra­ções con­ti­nuam a coe­xis­tir den­tro do ambi­ente uni­ver­si­tá­rio. Isso não é nor­mal nem sau­dá­vel! A que pon­tos chegamos?

Restaurante Universitário, você tem fome de quê?

11 de abril de 2012 em Notas, Restaurante Universitário

A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qual­quer parte…
(…)
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E feli­ci­dade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade…

(Titãs, Comida)

Como é do conhe­ci­mento de toda a comu­ni­dade uni­ver­si­tá­ria da Universidade de Brasília, os tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos da empresa Monte Sinai, que pres­tam ser­vi­ços ao Restaurante Universitário (RU), estão em para­li­sa­ção das ati­vi­da­des devido à ausên­cia de paga­mento dos seus salários.

Na reu­nião da Mesa de Mediação com os tra­ba­lha­do­res, ontem, o Decanato de Gestão de Pessoas (DGP) apre­sen­tou o docu­mento da ordem de paga­mento refe­rente ao depó­sito de salá­rios, auxí­lios ali­men­ta­ção e trans­porte. Entretanto, pelos trâ­mi­tes admi­nis­tra­ti­vos, essa ordem só será cre­di­tada na conta dos fun­ci­o­ná­rios do RU ama­nhã (12/04).

Por con­se­guinte, hoje pela manhã este Diretório Central dos Estudantes esteve reu­nido com os tra­ba­lha­do­res para ver a pos­si­bi­li­dade da para­li­sa­ção ces­sar, dada a con­fir­ma­ção de que o paga­mento sai quinta-feira.

Basta ouvi-los, con­tudo, por alguns minu­tos para per­ce­ber que a situ­a­ção é insus­ten­tá­vel e sem dinheiro na conta não é pos­sí­vel vol­tar a tra­ba­lhar. Desde o dia 2 de abril, por exem­plo, o DGP vem fir­mando acor­dos e estes res­tam infru­tí­fe­ros. Conforme pode-se ler nessa repor­ta­gem da UnB Agência, mui­tos tra­ba­lha­do­res não têm sequer dinheiro para pagar o trans­porte e vir à UnB.

Essas pes­soas têm filhos para ali­men­tar e ainda sofrem com a vio­lên­cia psi­co­ló­gica de serem toma­dos como calo­tei­ros pelos seus credores.

Desta forma, o DCE Honestino Guimarães apóia a para­li­sa­ção dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos do RU!

Sabemos que toda a comu­ni­dade é pre­ju­di­cada com o fecha­mento do RU, mas pedi­mos a com­pre­en­são que em outras oca­siões os tra­ba­lha­do­res tive­ram com nós estu­dan­tes, vol­tando a tra­ba­lhar mesmo sem dinheiro no bolso e não foram raras as vezes em que isso acon­te­ceu.

A deci­são dos tra­ba­lha­do­res é vol­tar a tra­ba­lhar após o dinheiro “cair na conta”, ou seja, na sexta-feira. Todavia, ante o apelo do DCE, eles se com­pro­me­te­ram a pre­pa­rar o almoço desta quinta-feira e servi-lo, SE de fato o paga­mento for efetuado.

Após a meia-noite, o DCE entrará em con­tato com os repre­sen­tan­tes dos tra­ba­lha­do­res para obter a infor­ma­ção se o paga­mento já consta para con­sulta. Tão logo tenha­mos essa con­fir­ma­ção infor­ma­re­mos, pelo nosso per­fil do Facebook e Twitter, à comu­ni­dade aca­dê­mica da nossa Universidade.

Desde já agra­de­ce­mos a com­pre­en­são de todos e rea­fir­ma­mos o nosso com­pro­misso com a exce­lên­cia aca­dê­mica que per­passa boas con­di­ções nutri­ci­o­nais e um Restaurante Universitário que fun­ci­one aos estu­dan­tes da Universidade de Brasília.

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por Ian

Nota sobre a coluna do jornal O Globo

4 de abril de 2012 em Gestão, Notas

Acabamos de tomar conhe­ci­mento de coluna publi­cada pelo jor­na­lista Ilimiar Franco, do jor­nal “O Globo”, em que há uma nota inti­tu­lada “Demóstenes e a juven­tude do DEM”. Diz o texto:

Demóstenes e a Juventude do DEM
A queda do sena­dor Demóstenes Torres (GO), alve­jado pelas liga­ções com Carlinhos Cachoeira, é um golpe no tra­ba­lho do DEM entre a Juventude. Ele era uma espé­cie de ícone da nova direita e vinha per­cor­rendo o Brasil orga­ni­zando a juven­tude em torno das ideias con­ser­va­do­ras do DEM. Crítico das cotas, ele tinha rela­ção estreita com pro­fes­so­res e a atual dire­to­ria do DCE UnB Honestino Guimarães e par­ti­ci­pava de um movi­mento de opo­si­ção ao rei­tor José Geraldo de Souza Junior. No seu Twitter, Demóstenes che­gou a escre­ver: “O que há na UnB é uma espé­cie de bullyng ide­o­ló­gico, e estou aguar­dando rela­tos de outras universidades”.

Manifestamos o nosso repú­dio as infor­ma­ções men­ti­ro­sas publi­ca­das na coluna. Supondo que o jor­na­lista é de boa índole, aguar­da­mos ansi­o­sa­mente que ele prove qual­quer liga­ção dessa ges­tão ou de qual­quer um de seus mem­bros com o refe­rido sena­dor. Esperamos tam­bém que ele expli­que ou dê alguma evi­dên­cia dessa “liga­ção” estreita. Todos os mem­bros da atual ges­tão apre­sen­ta­ram cer­ti­dão nega­tiva de fili­a­ção par­ti­dá­ria. Esta ges­tão JAMAIS man­teve qual­quer liga­ção com o Senador ou o seu partido.

Ademais, não somos orga­ni­za­dos por nin­guém e muito menos por mem­bros de par­ti­dos polí­ti­cos, por pes­soas de fora da uni­ver­si­dade e tam­pouco pelo refe­rido sena­dor. Aguardamos ansi­o­sa­mente para que o jor­na­lista Ilimar Franco reti­fi­que a infor­ma­ção inve­rí­dica publi­cada em sua coluna. Não acei­ta­re­mos que uma infor­ma­ção men­ti­rosa, des­pro­vida de qual­quer evi­dên­cia, man­che os prin­cí­pios da Gestão Aliança pela Liberdade e não hesi­ta­re­mos em usar os meios jurí­di­cos neces­sá­rios con­tra os envol­vi­dos caso não seja feita uma ime­di­ata retificação.

Permissionários

12 de março de 2012 em Notas

No dia 08 de março, repre­sen­tan­tes dos per­mis­si­o­ná­rios da UnB (comer­ci­an­tes de ali­men­tos, livra­rias e copi­a­do­ras) foram ao DCE expli­ci­tar o con­texto em que se encon­tram perante a Administração Superior da Universidade.

De acordo com a Chamada Pública DCO Nº 001/2012, pro­cesso Nº 23106.000597/2012–40 cerca de 60 uni­da­des de comér­cio para lan­cho­ne­tes, cafés, res­tau­ran­tes, livra­rias e copi­a­do­ras serão lici­ta­das, no que com­pre­ende aos Módulos de Apoio e Serviços Comunitários (MASC) Centro, Norte e Sul no Campus Darcy Ribeiro.

Grande parte dos ser­vi­ços atu­al­mente pres­ta­dos é ofe­re­cida pelos per­mis­si­o­ná­rios há mais de vinte anos, sob o regime de per­mis­são, porém estes foram avi­sa­dos da nova situ­a­ção — que põe em risco sua per­ma­nên­cia — ape­nas às vés­pe­ras do edi­tal. Sabemos que a per­mis­são é um título pre­cá­rio, que pode ser revo­gado a qual­quer tempo pela Administração. Um ato dis­cri­ci­o­ná­rio da Administração, que pos­sui seus efei­tos e con­sequên­cias nos empre­gos gera­dos e ser­vi­ços ofer­ta­dos pelos permissionários.

Porém é neces­sá­rio que seja garan­tida a con­ti­nui­dade des­tes ser­vi­ços que são essen­ci­ais à vida aca­dê­mica e que o pro­cesso de lici­ta­ção bus­que não ape­nas a maior arre­ca­da­ção para a UnB, mas os melho­res e mais aces­sí­veis ser­vi­ços aos estu­dan­tes. Nesse sen­tido o amplo diá­logo com a comu­ni­dade, incluindo os atu­ais per­mis­si­o­ná­rios para que a solu­ção encon­trada seja legal, como tam­bém efi­ci­ente e justa para com esta parte inte­grante da UnB.

Por fim, rea­fir­ma­mos que nosso com­pro­misso é com as/os estu­dan­tes da Universidade de Brasília, vemos de forma posi­tiva a ini­ci­a­tiva da Administração Superior na opor­tu­ni­dade do aumento de con­ces­sões no cam­pus: mais lan­cho­ne­tes, livra­rias, cafés, res­tau­ran­tes. O inte­resse das/os estu­dan­tes compreende-se na maior oferta de pro­du­tos essen­ci­ais ao coti­di­ano uni­ver­si­tá­rio, com maior con­cor­rên­cia e menor preço, pro­por­ci­o­nando melhor qua­li­dade de vida uni­ver­si­tá­ria. Contudo, qual­quer medida, mesmo que com obje­ti­vos cor­re­tos e pro­vei­to­sos, deve res­pei­tar prin­cí­pios. Nesse sen­tido ainda, acre­di­ta­mos na reto­mada do diá­logo pro­du­tivo, res­pei­toso, harmô­nico, entre os per­mis­si­o­ná­rios e Administração Superior, pois somente assim a comu­ni­dade aca­dê­mica ganhará como um todo.

Coordenação Geral,
DCE-UnB Honestino Guimarães

Fim do Convênio de cessão de professores entre a UnB e o GDF

5 de dezembro de 2011 em Notas

O Diretório Central dos Estudantes escla­rece os fatos dos últi­mos dias rela­ci­o­na­dos ao fim do con­vê­nio da UnB com o GDF[1], levando a saída de cerca de 40 pro­fes­so­res da Universidade para retor­na­rem à Secretaria de Educação.

O con­vê­nio que se dis­cute é o de dis­po­ni­bi­li­za­ção de pro­fes­so­res con­cur­sa­dos pelo GDF para a UnB, para aju­dar em pro­je­tos con­ve­ni­a­dos, mas a Universidade se “apro­priou” dos pro­fes­so­res para outras ati­vi­da­des. Ficaram os pro­fes­so­res, então, rea­li­zando ati­vi­da­des para além de pro­je­tos, como auxi­lio em mono­gra­fias e tra­ba­lhos aca­dê­mi­cos, fomen­tando gru­pos de exten­são e leci­o­nando maté­rias da grade. Atividades essas muito úteis para o desen­vol­vi­mento uni­ver­si­tá­rio. Em troca, a UnB rea­li­za­ria tra­ba­lhos com a comu­ni­dade em algu­mas esco­las públi­cas. Projetos peda­gó­gi­cos foram esta­be­le­ci­dos e foi for­mado um elo de mão dupla entre o ensino supe­rior e o ensino básico. Esse con­vê­nio durou cerca de 20 anos e expi­rou há mais de 1 ano.

Sabemos que o fim desse con­vê­nio irá pre­ju­di­car o anda­mento das ati­vi­da­des aca­dê­mi­cas com a saída de pro­fes­so­res exemplares, dedicados, expe­ri­en­tes e conhe­ce­do­res da Universidade. Sendo alguns deles com mais de 20 anos de UnB. Infelizmente, não foi pos­sí­vel res­ta­be­le­cer o termo de coo­pe­ra­ção com o Governo do Distrito Federal, haja vista que eles se mos­tram neces­sá­rios no ensino básico. Um con­vê­nio só é fir­mado quando as par­tes estão dis­pos­tas. Neste caso, a Secretaria de Educação do Distrito Federal não está inte­res­sada na reno­va­ção do con­vê­nio, fato que infe­liz­mente impos­si­bi­lita a per­ma­nên­cia des­tes professores.

Salientamos que essa situ­a­ção já era ques­tão de embate jurí­dico, aventando-se a pos­si­bi­li­dade de uma ile­ga­li­dade em razão des­ses pro­fes­so­res cum­pri­rem os requi­si­tos para leci­o­nar somente para o Ensino Médio, mas esta­vam leci­o­nando na Universidade de Brasília.

A Excelência Acadêmica é um dos prin­cí­pios dessa ges­tão e, por isso, defen­de­re­mos até as últi­mas pos­si­bi­li­da­des a con­ti­nui­dade das maté­rias ofer­ta­das. O bom fun­ci­o­na­mento da Universidade de Brasília não pode ser pre­ju­di­cado pela falta de pla­ne­ja­mento da Reitoria. Por isso, o DCE se com­pro­mete a exi­gir que a admi­nis­tra­ção da UnB  real­mente cum­pra o dever que assu­miu publi­ca­mente de ofer­tar todas as maté­rias no pró­ximo semestre.

Também defen­de­re­mos a pos­si­bi­li­dade dos pro­fes­so­res, mesmo tra­ba­lhando fora da Universidade, con­ti­nu­a­rem as ati­vi­da­des de fora de sala de aula, tais como pro­je­tos, tuto­rias e orientações.
Aos pro­fes­so­res e pro­fes­so­ras que se vão, agra­de­ce­mos a dedi­ca­ção e a qua­li­dade nos tra­ba­lhos desen­vol­vi­dos. Saibam que a UnB sem­pre os espe­rará de por­tas abertas.

[1] Convenio de Cooperação Técnica N. 35, com vigên­cia até 02/09/2010.

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por Ian

Moção de apoio aos estudandes da FUP

25 de novembro de 2011 em Notas

MOÇÃO DE APOIO

Conselho de Entidades de Base da Universidade de Brasília, reu­nido em Sessão Ordinária no dia 23 de novem­bro de 2011, presta nesta moção seu apoio aos (às) estu­dan­tes da Faculdade UnB Planaltina – FUP frente às rei­vin­di­ca­ções apre­sen­ta­das na carta datada de 01/11/2011, quais sejam: a) Aumento do auxí­lio ali­men­ta­ção para R$ 440,00; b) Construção do Restaurante Universitário – FUP; Cumprimento do prazo de 8 meses para cons­tru­ção do alo­ja­mento da LEdoC.

Inaugurada em 16 de maio de 2006 a FUP até hoje não ofe­rece estru­tura com­pa­tí­vel ao ensino de qua­li­dade e à per­ma­nên­cia dos alu­nos (as). Para a devida solu­ção das inú­me­ras falhas que são diu­tur­na­mente per­ce­bi­das, são pri­o­ri­dade máxima a dis­po­ni­bi­li­za­ção de pro­fes­so­res para todas as dis­ci­pli­nas dos cur­rí­cu­los, e a cons­tru­ção do Restaurante Universitário e do Alojamento Estudantil.

Em que pese auto­ri­za­ções e lici­ta­ções refe­ren­tes ao RU-FUP e ao Alojamento, as obras encontram-se para­das em razão de ausên­cia de licen­ci­a­mento ambi­en­tal. Entendemos a exis­tên­cia de cum­pri­mento de requi­si­tos legais para anda­mento das obras, toda­via a Reitoria mostra-se inerte ao caso.

Quanto à majo­ra­ção do valor da bolsa per­ma­nên­cia, que em 2012 será deli­be­rado no Conselho de Orçamento Participativo da Assistência Estudantil, serão dis­po­ni­bi­li­za­das 3 vagas das 18 que o corpo dis­cente pos­sui para repre­sen­tan­tes da FUP, que pode­rão no órgão cole­gi­ado ter igual­dade de voz para plei­tear deman­das espe­cí­fi­cas daquele Campi, bem como que aten­dam toda a comu­ni­dade acadêmica.

Não há jus­ti­fi­ca­tiva plau­sí­vel para o des­caso com os(as) estu­dan­tes da FUP, que pre­ci­sam usar do pro­testo para serem lem­bra­dos, como ocor­reu no último dia 7.

Brasília, 23 de novem­bro de 2011.

 

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por Ian

Marcha dos Trabalhadores Terceirizados

16 de novembro de 2011 em Notas

Conforme deli­be­ra­ção do CEB de 01/11/11, infor­ma­mos que esta­re­mos pre­sen­tes, hoje, na Marcha dos Trabalhadores Terceirizados, com con­cen­tra­ção na Praça Chico Mendes a par­tir das 8 horas.

Os tra­ba­lha­do­res farão seu pro­testo em razão de ale­ga­das arbi­tra­ri­e­da­des come­ti­das pela empresa PH Serviços, que foi con­tra­tada pela FUB nos ter­mos do Contrato n.º 603/2010 (http://db.tt/9nOAcJdN). Há indí­cios de encer­ra­mento de con­trato de tra­ba­lha­dora grá­vida, bem como assé­dio moral.

Buscamos entrar em con­tato com as tra­ba­lha­do­ras Silvânia, Dalva e Rose atra­vés dos seus núme­ros de tele­fone celu­lar, mas até a pos­ta­gem desse texto não obti­ve­mos sucesso.

Tendo em vista que não há nenhuma recla­ma­ção tra­ba­lhista pro­to­co­lada no Tribunal Regional do Trabalho da 10º Região e que não temos infor­ma­ções pre­ci­sas a res­peito dos fatos ocor­ri­dos, não cabe aqui mani­fes­tar opi­nião de mérito sobre a legi­ti­mi­dade das reivindicações.

Há um cha­mado para a mar­cha sendo cir­cu­lado que tem os seguin­tes tre­chos: “(…)con­tra as demis­sões em massa rea­li­zada pela empresa PH ser­vice.”; “As demis­sões atin­gem mulhe­res grá­vi­das, ama­men­tando (…)”. Em con­tato com o Sr. Francisco, que foi ao CEB pedir apoio para a Marcha, em momento algum ele se refe­riu a demis­sões em massa e quanto à tra­ba­lha­dora grá­vida que foi demi­tida não soube dar deta­lhes do caso. Importante sali­en­tar que a CLT não garante esta­bi­li­dade de emprego à mulher após o 5º mês sub­seqüente ao parto, quando ainda está amamentando.

É pre­ciso lem­brar, ainda, que a ter­cei­ri­za­ção não é mera­mente uma sub­con­tra­ta­ção e as ques­tões soci­ais e econô­mi­cas envol­vi­das nesse fenô­meno ultra­pas­sam o dis­curso super­fi­cial da explo­ra­ção de mão de obra.

Se irre­gu­la­ri­da­des esti­ve­rem sendo come­ti­das pela FUB no que con­cerne ao seus deve­res con­tra­tu­ais, mor­mente fis­ca­li­za­ção do cum­pri­mento das obri­ga­ções tra­ba­lhis­tas por parte da empresa con­tra­tada, soli­ci­ta­re­mos que as medi­das cabí­veis sejam toma­das para sanar as irre­gu­la­ri­da­des por parte da Reitoria na pes­soa do Procurador Jurídico. Não nos con­ten­ta­re­mos com um sin­gelo sinal afir­ma­tivo, e se for neces­sá­rio repre­sen­ta­re­mos junto ao Ministério Público.

Entendemos que uma uni­ver­si­dade de exce­lên­cia, com­pro­me­tida com uma pro­du­ção aca­dê­mica de qua­li­dade, deve ter uma ges­tão efi­ci­ente em todos os seus pro­ces­sos e espa­ços, o que passa, neces­sa­ri­a­mente, por um tra­ta­mento trans­pa­rente, digno e ético de todas e todos aque­les que estu­dam e tra­ba­lham em seu espaço.

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por Ian

Sobre policiamento na USP

9 de novembro de 2011 em Notas

Nós da atual Gestão do DCE Honestino Guimarães já afir­ma­mos nos­sos prin­cí­pios e nunca os nega­re­mos. Sempre defen­de­re­mos a demo­cra­cia, o estado de direito, a liber­dade de expres­são e todas as for­mas de liber­dade. Qualquer uso de vio­lên­cia ou abuso de auto­ri­dade deve ser punido. Os abu­sos que quais­quer das par­tes come­tam devem ser devi­da­mente ave­ri­gua­dos e as medi­das cabí­veis devem ser toma­das. No entanto, o inci­dente ocor­rido na USP não muda nossa posi­ção a res­peito de a polí­cia par­ti­ci­par do sis­tema de segu­rança uni­ver­si­tá­rio. Defendemos um poli­ci­a­mento sério, trei­nado, raci­o­nal e efi­ci­ente que garanta a segu­rança pública, com­bata a vio­lên­cia nas uni­ver­si­da­des e em todos os espa­ços da cidade.

Dados (http://tinyurl.com/6qwf6ay) mos­tram que a vio­lên­cia na USP dimi­nuiu for­te­mente após o começo do poli­ci­a­mento e é isto que que­re­mos para a nossa UnB. Diminuição da vio­lên­cia. Evidentemente, o sis­tema de que dis­po­mos para tal dimi­nui­ção está longe de ser per­feito. Contudo, como já dis­se­mos, e dire­mos quan­tas vezes mais for pre­ciso, abu­sos são inad­mis­sí­veis e devem ser puni­dos! O poli­ci­a­mento, mesmo não sendo per­feito, é o meio mais efi­caz que dis­po­mos para dimi­nuir a vio­lên­cia na nossa UnB, é por ele que lutaremos.

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por Ian

Violência contra estudante no Senado Federal

9 de novembro de 2011 em Notas

A atual ges­tão do Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães repu­dia toda a repres­são e vio­lên­cia des­ti­nada aos pro­tes­tos pací­fi­cos ocor­ri­dos ontem no Senado Federal durante a apro­va­ção do novo Código Florestal.

Como sem­pre afir­ma­mos, somos livres para defen­der e lutar pelas ban­dei­ras e cau­sas que con­si­de­rar­mos jus­tas. Não pode haver qual­quer impe­di­mento a isto em um estado demo­crá­tico de direito, como nossa repú­blica se pro­põe a ser. Violações aos direi­tos huma­nos nunca serão toleradas.

Cabe a todas as pes­soas res­pei­tar as nor­mas demo­cra­ti­ca­mente ins­ti­tuí­das e lutar, sem­pre de forma pací­fica, pela modi­fi­ca­ção daque­las que con­si­dere inde­vi­das. Aquele que dis­puta o espaço polí­tico, sem ten­tar opri­mir os dis­cor­dan­tes, não pode ser visto pelo poder cons­ti­tuído como um ini­migo. Deve o Estado lem­brar que todo o poder emana do povo e por ele é exer­cido, direta ou indiretamente.

O diá­logo e a nego­ci­a­ção, com res­peito mútuo, são as fer­ra­men­tas das pes­soas livres para que se alcance o melhor resul­tado para todas as par­tes. O uso da força é uma atro­ci­dade que deve sem­pre ser evi­tada e coibida.

São injus­ti­fi­cá­veis as agres­sões sofri­das pelos estu­dan­tes, em espe­cial, a ocor­rida com o estu­dante Rafael Pinheiro Rocha imo­bi­li­zado por um tiro de pis­tola de cho­que para­li­sante. Estas ati­tu­des exes­si­vas, irra­zoá­veis, abu­si­vas, jamais podem ser acei­tas de agen­tes públi­cos e tem o des­prezo do Diretório Central dos Estudantes.

É com grande temor e repú­dio que vemos no Congresso Federal ações que demons­tram total des­res­peito aos prin­cí­pios que nor­teiam a República Federativa do Brasil; local onde deve­ria ser exer­cida a con­so­li­da­ção de valo­res como demo­cra­cia, plu­ra­li­dade, dig­ni­dade da pes­soa humana, liberdade.

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por Ian

Nota a todas as chapas”

8 de novembro de 2011 em Notas

O DCE, ao dirigir-se a Subsecretaria de Órgãos Colegiados para o regis­tro dos novos man­da­tos das/dos repre­sen­tan­tes dis­cen­tes, foi infor­mado pela ser­vi­dora Srª Noeli que o número base de conselheiras(os) em que havía­mos feito a divi­são com todas as cha­pas estava equivocado.

Sendo o total cor­reto 12 cadei­ras para o CONSUNI, 9 para o CEPE e 4 para o CAD; tota­li­zando 25 cadeiras.

Um novo rateio é neces­sá­rio. Este será rea­li­zado hoje as 18h no DCE.

Todas as cha­pas foram infor­ma­das — Camila Damasceno pela chapa 1; Lucas Brito pela chapa 2; Rodrigo pela chapa 3; Bruno (Baiano) pela chapa 4; Cintia pela chapa 5; Valmir Lopes pela chapa 6 e Heitor pela Comissão Eleitoral.