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por Ian

Nota sobre a coluna do jornal O Globo

4 de abril de 2012 em Gestão, Notas

Acabamos de tomar conhe­ci­mento de coluna publi­cada pelo jor­na­lista Ilimiar Franco, do jor­nal “O Globo”, em que há uma nota inti­tu­lada “Demóstenes e a juven­tude do DEM”. Diz o texto:

Demóstenes e a Juventude do DEM
A queda do sena­dor Demóstenes Torres (GO), alve­jado pelas liga­ções com Carlinhos Cachoeira, é um golpe no tra­ba­lho do DEM entre a Juventude. Ele era uma espé­cie de ícone da nova direita e vinha per­cor­rendo o Brasil orga­ni­zando a juven­tude em torno das ideias con­ser­va­do­ras do DEM. Crítico das cotas, ele tinha rela­ção estreita com pro­fes­so­res e a atual dire­to­ria do DCE UnB Honestino Guimarães e par­ti­ci­pava de um movi­mento de opo­si­ção ao rei­tor José Geraldo de Souza Junior. No seu Twitter, Demóstenes che­gou a escre­ver: “O que há na UnB é uma espé­cie de bullyng ide­o­ló­gico, e estou aguar­dando rela­tos de outras universidades”.

Manifestamos o nosso repú­dio as infor­ma­ções men­ti­ro­sas publi­ca­das na coluna. Supondo que o jor­na­lista é de boa índole, aguar­da­mos ansi­o­sa­mente que ele prove qual­quer liga­ção dessa ges­tão ou de qual­quer um de seus mem­bros com o refe­rido sena­dor. Esperamos tam­bém que ele expli­que ou dê alguma evi­dên­cia dessa “liga­ção” estreita. Todos os mem­bros da atual ges­tão apre­sen­ta­ram cer­ti­dão nega­tiva de fili­a­ção par­ti­dá­ria. Esta ges­tão JAMAIS man­teve qual­quer liga­ção com o Senador ou o seu partido.

Ademais, não somos orga­ni­za­dos por nin­guém e muito menos por mem­bros de par­ti­dos polí­ti­cos, por pes­soas de fora da uni­ver­si­dade e tam­pouco pelo refe­rido sena­dor. Aguardamos ansi­o­sa­mente para que o jor­na­lista Ilimar Franco reti­fi­que a infor­ma­ção inve­rí­dica publi­cada em sua coluna. Não acei­ta­re­mos que uma infor­ma­ção men­ti­rosa, des­pro­vida de qual­quer evi­dên­cia, man­che os prin­cí­pios da Gestão Aliança pela Liberdade e não hesi­ta­re­mos em usar os meios jurí­di­cos neces­sá­rios con­tra os envol­vi­dos caso não seja feita uma ime­di­ata retificação.

Comunicado oficial sobre o CEB de 03/04/2012

4 de abril de 2012 em Calourada, CEB, Gestão

Ocorreu ontem, terça-feira, 03 de abril de 2012, reu­nião extra­or­di­ná­ria do cole­gi­ado de cen­tros aca­dê­mi­cos da Universidade de Brasília, o Conselho de Entidades de Base (C.E.B), e tendo como pauta única a apre­sen­ta­ção do modelo de orga­ni­za­ção da Calourada UnB 1º/2012.

A ges­tão deste Diretório Central dos Estudantes — Honestino Guimarães apre­sen­tou a pro­posta básica de cons­tru­ção do evento, as for­mas de par­ti­ci­pa­ção dos CAs e as van­ta­gens da festa, pos­te­ri­or­mente, abriu o espaço para aque­les que qui­ses­sem fazer uso da palavra.

No decor­rer das inter­ven­ções orais foram apre­sen­ta­dos ape­nas dois enca­mi­nha­men­tos à mesa. O pri­meiro, suge­rindo a cri­a­ção de um Conselho Fiscal de acom­pa­nha­mento — em con­junto com o DCE — das con­tas da Calourada, que foi apro­vado à unanimidade.

Ademais, esta ges­tão, ouvindo a suges­tão de diver­sos cen­tros aca­dê­mi­cos e estu­dan­tes, propôs que a divi­são dos ganhos do movi­mento estu­dan­til fosse recon­fi­gu­rada para: metade  para o DCE e igual par­cela para os Centros Acadêmicos. Foi apre­sen­tada, ainda, pro­posta em que o Diretório Central dos Estudantes – enti­dade máxima de repre­sen­ta­ção dis­cente na Universidade de Brasília – teria o mesmo peso que um único Centro Acadêmico.

A vota­ção resul­tou em um empate, com 17 votos para cada pro­po­si­ção. Após soli­ci­ta­ção do Conselho de CAs e aca­tado o pedido de recon­ta­gem dos votos, não foi cons­ta­tado erro na afe­ri­ção dos votos. Divulgado o resul­tado, a repre­sen­ta­ção dis­cente do Centro Acadêmico de Medicina soli­ci­tou mudar seu voto para “Abstenção”. Entretanto, não havendo emba­sa­mento legal para a modi­fi­ca­ção de voto após a decla­ra­ção deste, quando já afe­rida o vota­ção, foi res­pei­tada a for­ma­li­dade e lega­li­dade pro­ce­di­men­tal. Modificação, pois, con­trá­ria aos prin­cí­pios bási­cos de fun­ci­o­na­mento de qual­quer cole­gi­ado, dado que a vota­ção havia sido fina­li­zada, não tendo sido aca­tada pela pre­si­dên­cia da mesa.

Configurado o empate, em obe­di­ên­cia ao esta­be­le­cido no art. 21, §1º do Estatuto do DCE, foi pro­fe­rido o voto de desem­pate pela mesa, resul­tando na esco­lha da pro­posta número 1 que garante a par­ti­ci­pa­ção do DCE em 20% dos even­tu­ais ganhos do evento e outros 20% a serem repar­ti­dos entre os Centros Acadêmicos. Não houve enca­mi­nha­men­tos a res­peito do valor des­ti­nado ao legado ou ao paga­mento dos parceiros-investidores, sendo apro­vada a pro­posta do DCE.

Inconformados, não obs­tante, com o resul­tado legí­timo e demo­crá­tico, vali­dado pelo Estatuto do Diretório, um grupo redu­zido de estu­dan­tes ten­tou impor suas opi­niões pes­so­ais ao C.E.B. tumul­tu­ando a reu­nião, com vaias, gri­ta­ria, des­prezo pela ordem das falas, des­res­peito aos inte­gran­tes da mesa e aos demais Centros Acadêmicos.

Tais con­du­tas são extre­ma­mente noci­vas à demo­cra­cia e à ima­gem dos estu­dan­tes da UnB. Esta dire­to­ria repu­dia tais prá­ti­cas sec­tá­rias, intran­si­gen­tes, auto­ri­tá­rias e que ape­nas pre­ju­di­cam a cons­tru­ção cole­tiva do movi­mento estu­dan­til. Esperamos que o diá­logo e o res­peito con­ti­nuem a ser a regra, vista a impor­tân­cia e a seri­e­dade do Conselho de Entidades de Base dos cen­tros aca­dê­mi­cos da Universidade de Brasília.

Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães
Universidade de Brasília

Calendário de atividades do DCE: trabalho e transparência [atualizado]

13 de março de 2012 em Calourada, Gestão

Cinqüenta anos da UnB, Segurança, Campi Avançados, Empresas Juniores, Semana do Calouro, Trote Solidário e Calourada: só se for agora!

A ges­tão Aliança pela Liberdade do DCE Honestino Guimarães deseja um pro­vei­toso semes­tre a todos e se coloca a dis­po­si­ção dos calou­ros para que adap­ta­ção a uni­ver­si­dade seja a mais con­for­tá­vel pos­sí­vel. A trans­pa­rên­cia é obri­ga­ção do DCE [1] e, nesse sen­tido, a fina­li­dade desse texto é infor­mar aos estu­dan­tes sobre algu­mas das ati­vi­da­des pro­gra­ma­das para esse semes­tre. Ler tudo →

Relações institucionais do DCE dando bons frutos

15 de fevereiro de 2012 em Gestão, Infraestrutura e transportes

Em fun­ção da mobi­li­za­ção da Administração Superior da UnB, da Diretoria da FCe, das/dos incan­sá­veis estu­dan­tes da Faculdade de Ceilândia, do Secretário de Obras do GDF (Dr. Oto Silvério) e do Deputado Distrital Prof. Israel Batista, con­se­gui­mos sen­si­bi­li­zar o Tribunal de Contas do Distrito Federal, espe­ci­al­mente na pes­soa do Conselheiro-Relator Manoel Neto, para alcan­çar­mos uma pequena vitó­ria no alme­jado obje­tivo de ter­mos uma infra-estrutura edu­ca­ci­o­nal com­pleta e, espe­ci­al­mente, digna para a comu­ni­dade da FCe. O DCE/UnB aju­dou a mobi­li­zar for­ças no GDF, CLDF e TCDF para alcan­çar­mos esse resul­tado desde o momento em que tomou ciên­cia do embargo ao edi­tal de lici­ta­ção. Com res­peito e diá­logo segui­re­mos cum­prindo nos­sas obri­ga­ções. Segue o texto sobre a notí­cia da deci­são do TCDF:

TCDF libera lici­ta­ção para con­clu­são de uni­dade da UnB em Ceilândia

Por Lilian Tahan

15 feve­reiro 2012 17:43

Informações do TCDF:

O Tribunal de Contas do Distrito Federal libe­rou, na ses­são desta quarta-feira, 15 de feve­reiro, a con­cor­rên­cia nº 28/2011, que tem por objeto a con­tra­ta­ção de empresa de enge­nha­ria para con­clu­são de uma uni­dade aca­dê­mica da Universidade de Brasília em Ceilândia.

A deci­são ocor­reu depois que a Novacap fez as cor­re­ções deter­mi­na­das pelo TCDF no edi­tal. Entre elas, a obser­vân­cia à legis­la­ção refe­rente à aces­si­bi­li­dade, a inclu­são dos cader­nos de espe­ci­fi­ca­ções, bem como os pro­je­tos de fun­da­ção e de pai­sa­gismo; o ajuste de alguns itens ao preço de mer­cado; a ela­bo­ra­ção do cro­no­grama físico-financeiro e o esta­be­le­ci­mento de cri­té­rios de medi­ção pre­ci­sos e regras cla­ras, para pos­si­bi­li­tar o efe­tivo con­trole sobre os paga­men­tos rea­li­za­dos em rela­ção à qua­li­dade dos ser­vi­ços exe­cu­ta­dos. O Tribunal tam­bém havia deter­mi­nado a inclu­são de regras trans­pa­ren­tes refe­ren­tes à sub­con­tra­ta­ção, incluindo a neces­si­dade de apro­va­ção for­mal da Novacap.

O novo orça­mento base para a lici­ta­ção, com os res­pec­ti­vos pre­ços ajus­ta­dos, foi enca­mi­nhado pela Novacap e teve uma redu­ção de R$ 35.450,50 no valor ori­gi­nal, che­gando a R$ 7.664.433,04. O Tribunal vai acom­pa­nhar a exe­cu­ção da obra.

Fontehttp://www.dzai.com.br/liliantahan/blog/liliantahan

2ª reunião da Comissão de terceirização — 17/01/12

31 de janeiro de 2012 em Fiscalização, Gestão, Restaurante Universitário, Sem categoria

Em 02/01/2012 o DCE enviou ao Decanato de Gestão de Pessoas – DGP ofí­cio soli­ci­tando par­ti­ci­pa­ção na Comissão sobre situ­a­ção dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos da UnB:

Solicitação de par­ti­ci­pa­ção do DCE na Comissão sobre situ­a­ção dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos da UnB.

A Agência UnB vei­cu­lou maté­ria, em 28/12/2011, sob o título “Comissão vai dis­cu­tir situ­a­ção dos ter­cei­ri­za­dos da UnB: Grupo quer resol­ver pro­ble­mas no atraso de salá­rios e bene­fí­cios. Primeira reu­nião será em janeiro”[1] da qual informa que uma Comissão foi cri­ada para acom­pa­nhar a situ­a­ção dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos que pres­tam ser­vi­ços na Universidade de Brasília, bem como que a mesma será inte­grada por repre­sen­tan­tes dos tra­ba­lha­do­res de cada empresa, Sintfub e deca­na­tos de Gestão de Pessoas (DGP), Administração e Finanças (DAF) e de Planejamento (DPO).

A qua­li­dade de ensino da UnB depende do bom fun­ci­o­na­mento da sua esfera admi­nis­tra­tiva. Quando o Restaurante Universitário é fechado por atraso no paga­mento dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos quem mais é pre­ju­di­cado com o fato são os estu­dan­tes que depen­dem do RU, vez que cedo ou tarde os tra­ba­lha­do­res terão os seu salá­rios depo­si­ta­dos, mas aque­les estu­dan­tes que fica­ram sem café da manhã, almoço e jan­tar já tive­ram pre­juízo no seu ren­di­mento esco­lar por não ter tido acesso à ali­men­ta­ção regu­lar, de qua­li­dade e eco­no­mi­ca­mente aces­sí­vel que o RU ofe­rece. Quando agen­tes de segu­rança fal­tam aos seus pos­tos de tra­ba­lho e a empresa con­tra­tada não faz a cober­tura com outro agente a UnB faz o des­conto da multa no paga­mento da empresa, mas quem mais uma vez sai pre­ju­di­cado é o estu­dante que está des­pro­te­gido pela ausên­cia do tra­ba­lha­dor. Não faz dife­rença se a multa está ou não sendo paga, o que importa é a pres­ta­ção con­tí­nua, regu­lar e efe­tiva do ser­viço, prin­ci­pal­mente no ponto que tange a segu­rança, que pode sig­ni­fi­car a perda de um bem mate­rial como até da pró­pria vida do estudante.

Ante o exposto, o Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães soli­cita inte­grar a Comissão que tra­tará da situ­a­ção dos tra­ba­lha­do­res ter­cei­ri­za­dos para que possa cola­bo­rar com as nego­ci­a­ções e prin­ci­pal­mente garan­tir que os inte­res­ses dos estu­dan­tes sejam efe­ti­va­mente con­tem­pla­dos nas deci­sões que forem toma­das por esta Comissão.[2]

 

Em res­posta o DGP nos infor­mou que somente a Comissão pode­ria deci­dir sobre o pedido.

Comparecemos à reu­nião do dia 17/01/2012 rea­li­zada no Salão de Atos da Reitoria. Apresentamos os argu­men­tos para o defe­ri­mento da inclu­são de repre­sen­ta­ção estu­dan­til com auxí­lio de apre­sen­ta­ção em Power Point.

Por una­ni­mi­dade foi per­mi­tida a inclu­são de um repre­sen­tante do DCE com o res­pec­tivo suplente. Essas cadei­ras serão ocu­pa­das pelos estu­dan­tes Maurício de Freitas Bento – Gestão de Políticas Públicas (titu­lar) e Simone Alves da Silva – Ciência Política (suplente).

Passo agora a rela­tar bre­ve­mente alguns pon­tos dis­cu­ti­dos na reunião:

A reu­nião foi pre­si­dida pela Decana de Gestão de Pessoas a Sra. Gilca Starling. Contou com a pre­sença de repre­sen­tan­tes dos tra­ba­lha­do­res das 7 (sete) empre­sas de ter­cei­ri­za­ção; do Diretor da ter­cei­ri­za­ção Magela; da repre­sen­tante do DAF Jane; do Prefeito de Campus Francisco Cassiano Sobrinho; e do Preposto da empresa AST.

1)  Posição do DGP sobre a Terceirização

Para o DGP a ter­cei­ri­za­ção na UnB é algo ruim devendo ser estu­da­das novas for­mas de con­tra­ta­ção de tra­ba­lha­do­res para rea­li­za­ção das ati­vi­da­des de lim­peza, vigi­lân­cia entre outras. Segundo a Decana Gilca é neces­sá­rio outro Sistema que seja ade­quado às pecu­li­a­ri­da­des da Universidade de Brasília. A Reitoria da UnB é uma das pou­cas no país que defende o fim da terceirização.

Foi suge­rido pelo Decanato a for­ma­ção de coo­pe­ra­tiva de tra­ba­lha­do­res para que estes se auto orga­ni­zem e sejam dire­ta­mente con­tra­ta­dos pela UnB.

Pretende-se a atu­a­ção de forma estru­tu­rante uma vez que não basta tão-somente tro­car as empre­sas ter­cei­ri­za­das, que às vezes trata-se de uma mudança de seis para meia-dúzia.

A Decana afir­mou tam­bém que será levada à pauta do CAD o tema da ter­cei­ri­za­ção nas pri­mei­ras reu­niões do Conselho.

2)  Conflito de Competência

O Prefeito de Campus res­sal­tou que há um con­flito de com­pe­tên­cias entre os vários órgãos da Universidade no tocante a fis­ca­li­za­ção das ati­vi­da­des de ter­cei­ri­za­ção. É huma­na­mente impos­sí­vel que o DGP possa veri­fi­car o cum­pri­mento do con­trato com a exten­são do cam­pus e prin­ci­pal­mente por­que há tra­ba­lha­do­res nos 4 campi.

Jane do DAF, expli­cou que o DGP não atua nas lici­ta­ções e que por esse motivo às vezes ocorre do edi­tal lici­ta­tó­rio não aten­der as espe­ci­fi­ci­da­des dos órgãos soli­ci­tan­tes, bem como difi­culta o pla­ne­ja­mento quanto às reno­va­ções e tér­mi­nos dos contratos.

3)  Grupos de trabalho

Foram esta­be­le­ci­dos gru­pos de tra­ba­lho para tra­tar de ques­tões espe­cí­fi­cas a cada empresa. Uma das reu­niões acon­te­ceu no dia 21/01 e foi noti­ci­ada pela Secom sob o título: “Terceirizados da por­ta­ria denun­ciam irre­gu­la­ri­da­des da PH Service”.[3]

A par­ti­ci­pa­ção do DCE nos gru­pos de tra­ba­lho ainda não foi defi­nida, mas pos­suí­mos grande inte­resse em par­ti­ci­par da orga­ni­za­ção de um Seminário sobre Terceirização na UnB, bem como acom­pa­nhar a ela­bo­ra­ção dos novos edi­tais de contratação.

4)  As mul­tas contratuais

Infelizmente em que pese as mul­tas con­tra­tu­ais serem razo­a­vel­mente altas as empre­sas pre­fe­rem pagá-las a cum­prir cor­re­ta­mente os con­tra­tos. Até por­que o dinheiro que é des­con­tado das mul­tas não é do paga­mento men­sal, mas do valor dado em garan­tia quando da assi­na­tura do contrato.

O DCE apro­vei­tou esse momento para rati­fi­car que para os estu­dan­tes as mul­tas são irre­le­van­tes por­que um dia que o RU fica fechado é um pre­juízo enorme aos que depen­dem dele, e é imen­su­rá­vel o dano físico, moral e mate­rial da ausên­cia de um vigia para a segu­rança de todos que freqüen­tam os campi.

5)  Novos edi­tais

O DGP jun­ta­mente com o órgão res­pon­sá­vel pelas lici­ta­ções na UnB e den­tro dos gru­pos de tra­ba­lho da Comissão ela­bo­rará edi­tais de lici­ta­ção de forma por­me­no­ri­zada e que atenda o máximo das pecu­li­a­ri­da­des dos dis­tin­tos depar­ta­men­tos da Universidade a fim de garan­tir que um bom con­trato será fir­mado ao ter­mino do cer­tame, bem como evi­tar que empre­sas inidô­neas ven­çam a concorrência.

Esses edi­tais para alcan­ça­rem os obje­ti­vos alme­ja­dos deman­dam bas­tante tra­ba­lho e tempo. Jane estima que serão neces­sá­rios 12 (doze) meses para a con­clu­são das ati­vi­da­des cul­mi­nando na con­tra­ta­ção da empresa vencedora.

Desta feita os con­tra­tos vigen­tes serão reno­va­dos sob a cláu­sula espe­cial de res­ci­são quando do ter­mino da lici­ta­ção dos novos edi­tais, além das cláu­su­las usu­ais de ina­dim­ple­mento contratual.

Importante lem­brar que o pro­cesso de lici­ta­ção para o ser­viço de mão-de-obra do RU já está em anda­mento. Ainda bem por­que a UnB não merece a Monte Sinai que por sinal já foi des­cre­den­ci­ada para pres­tar ser­vi­ços no âmbito do Hospital Universitário (HUB).

6)  Medidas Imediatas

O DGP se com­pro­me­teu a inter­ce­der junto às empre­sas sobre ques­tões pon­tu­ais apre­sen­ta­das pelos tra­ba­lha­do­res como a forma de apre­sen­ta­ção dos contra-cheques, que são em folha aberta e devem pas­sar para enve­lope lacrado e demis­sões irre­gu­la­res de tra­ba­lha­do­res cum­pri­do­res das suas funções.

7)  Empresa de Limpeza AST

Ficou esta­be­le­cido que o con­trato com a empresa de Limpeza AST será res­cin­dido ime­di­a­ta­mente com o des­cre­den­ci­a­mento da empresa e que uma lici­ta­ção emer­gen­cial será aberta para a cober­tura des­sas ati­vi­da­des, con­forme foi noti­ci­ado pela Secom na maté­ria “UnB não reno­vará con­trato com a empresa de lim­peza AST.”[4]

Com o des­cre­den­ci­a­mento a empresa AST estará impe­dida de par­ti­ci­par o novo pro­cesso licitatório.

8)  Calendário das pró­xi­mas reuniões

As pró­xi­mas reu­niões da Comissão serão nas seguin­tes datas: 14/02; 28/02; 13/03 e 10/04. Horário e local a definir.

Algumas con­si­de­ra­ções sobre a reunião

Agradecemos o reco­nhe­ci­mento de que os estu­dan­tes devem se fazer repre­sen­tar em uma Comissão que trata da ter­cei­ri­za­ção, afi­nal somos os mai­o­res inte­res­sa­dos na qua­li­dade dos ser­vi­ços prestados.

Entendemos que a orga­ni­za­ção em coo­pe­ra­ti­vas dos tra­ba­lha­do­res não resolve o pro­blema ape­nas entrega ao tra­ba­lha­dor mais esse encargo.

A ter­cei­ri­za­ção no Brasil e em espe­cial em órgãos públi­cos é per­mi­tida por lei e fun­ci­ona bem em vários órgãos. Entendemos que é pre­ciso refor­mu­lar a fis­ca­li­za­ção das ati­vi­da­des e sobre­tudo das empre­sas quando ao cum­pri­mento do contrato.

Não há que se falar em con­curso público para essas fun­ções que já foram extin­tas dos edi­tais de contratação.

Marcaremos uma reu­nião com o DGP para esta­be­le­cer uma forma de atu­a­ção con­junta entre a Administração da Universidade e dos estu­dan­tes na fis­ca­li­za­ção, algo seme­lhante a uma ouvidoria.

2012, um novo ano — Restrospectiva e expectativas

2 de janeiro de 2012 em Gestão

Em outu­bro, o resul­tado das elei­ções do Diretório Central dos Estudantes (DCE) colo­cou a uni­ver­si­dade sob os holo­fo­tes da mídia. A chapa Aliança pela Liberdade ven­ceu sete con­cor­ren­tes de esquerda e divi­diu os estu­dan­tes. Tachados de con­ser­va­do­res, defenderam-se dizendo que acre­di­tam na exce­lên­cia aca­dê­mica e no mérito, e não na ocu­pa­ção de espa­ços da uni­ver­si­dade, como forma de fazer revo­lu­ção.” (SeCom UnB - texto inte­gral aqui)

Desde 2009 a Aliança pela Liberdade tra­ba­lha para que as prá­ti­cas de nossa Universidade sejam gui­a­das por Liberdade e Excelência Acadêmica. Se se pode atri­buir um sig­ni­fi­cado à pala­vra “uni­ver­si­dade”, com cer­teza este está ligado à pro­du­ção e difu­são de conhe­ci­mento crí­tico e de ponta. Foi com estas cren­ças que nosso grupo se apre­sen­tou à comu­ni­dade aca­dê­mica e assu­miu a ges­tão do Diretório Central dos Estudantes da UnB.

Dois meses se pas­sa­ram desde nossa posse em 1º de novem­bro de 2011 e, mesmo este sendo período de tran­si­ção, já alcan­ça­mos algu­mas impor­tan­tes e sim­bó­li­cas con­quis­tas. Só para citar algu­mas delas:

Limpeza do espaço físico do DCE

Para a uni­ver­si­dade atin­gir seu poten­cial, é essen­cial que “deta­lhes” como qua­li­dade do espaço físico e até mesmo sabo­nete nos banhei­ros não sejam incô­mo­dos para seus usuá­rios. Do mesmo modo, um ambi­ente sujo e bagun­çado, além de ser um pés­simo ambi­ente de tra­ba­lho, é exem­plar em repe­lir inte­res­sa­dos em ver de perto a repre­sen­ta­ção estu­dan­til. Planos para uma reforma maior do espaço já estão encaminhados.

Permanente aber­tura ao diálogo

Sempre ten­ta­mos dei­xar muito claro nosso apreço pela plu­ra­li­dade de ideias. Estamos em con­tato coti­di­ano com mem­bros de outros gru­pos esu­dan­tis que, ape­sar de opo­si­ção, tam­bém lutam por uma uni­ver­si­dade melhor e por isso são essen­ci­ais ao movi­mento estu­dan­til. Essa aber­tura se mos­tra fru­tí­fera quando rece­be­mos crí­ti­cas cons­tru­ti­vas e a opo­si­ção tam­bém aceita crí­ti­cas, quando des­co­bri­mos em dis­cen­tes de outros gru­pos exce­len­tes indi­ca­ções para comis­sões admi­nis­tra­ti­vas da UnB, e prin­ci­pal­mente, quando novos mem­bros se unem à ges­tão. Toda ajuda será sem­pre bem-vinda.

Parceria com ins­ti­tui­ções aca­dê­mi­cas, soci­ais e culturais

Nossas por­tas estão aber­tas não só à uni­ver­si­dade, mas a todos que quei­ram con­tri­buir por um Brasil melhor. Por isso, fir­ma­mos par­ce­rias em even­tos de órgãos como IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), IFC (Instituto de Fiscalização e Controle), Escola de Samba Acadêmicos da Asa Norte, entre outros. Tudo que puder ser de inte­resse do estu­dante, é tam­bém de nosso interesse!

Ação pela Assistência Estudantil

Em nossa posse assu­mi­mos o com­pro­misso de lutar pela melhora na assis­tên­cia estu­dan­til. O momento mais repre­sen­ta­tivo neste campo foi após aberta a opor­tu­ni­dade de par­ti­ci­pa­ção no Orçamento Participativo do Plano Nacional de Educação Superior (OP-PNAES). Divulgamos maci­ça­mente o pro­grama e dedi­ca­mos espa­ços de par­ti­ci­pa­ção a cada um dos 3 campi avan­ça­dos, divi­dindo as res­tan­tes em um CEB (Conselho de Entidades de Base, fórum de CAs). Deste modo, qual­quer inte­res­sado em con­tri­buir para a melhora da Assistência Estudantil na UnB teve como se fazer ouvir.

Contatos com parlamentares

Nossa aber­tura com os vários seto­res da soci­e­dade incluiu car­tas envi­a­das a todos os par­la­men­ta­res do DF, em nível dis­tri­tal e fede­ral, inde­pen­dente de seus par­ti­dos polí­ti­cos. Felizmente o retorno foi, e está sendo, muito posi­tivo. Reuniões já foram rea­li­za­das e muito em breve vere­mos algu­mas ações pos­tas em prá­ti­cas. A UnB é da soci­e­dade bra­si­leira e a soci­e­dade tem inte­resse em ter uma UnB melhor. Esperamos ser a ponte ade­quada para a soci­e­dade, atra­vés de seus repre­sen­tan­tes, incen­ti­var a pro­du­ção de conhecimento.

Site

Pode pare­cer irre­le­vante, um mero deta­lhe, mas nosso site é a mudança mais prá­tica e ao mesmo tempo mais sim­bó­lica para o movi­mento estu­dan­til. Não pode exis­tir repre­sen­ta­ti­vi­dade sem trans­pa­rên­cia e pres­ta­ção de con­tas. A radi­cal reor­ga­ni­za­ção de nossa pla­ta­forma vir­tual per­mite que, pela pri­meira vez na his­tó­ria do movi­mento estu­dan­til da UnB, os estu­dan­tes sai­bam o que está ocor­rendo na uni­ver­si­dade. Informações como notí­cias, Estatuto do DCE, con­tato dos repre­sen­tan­tes dis­cen­tes, even­tos e inte­res­ses em geral estão pró­xi­mas do estu­dante e inte­gra­das com as redes soci­ais. É o estu­dante sendo tra­zido para o uni­verso em que vivem seus representantes.

Várias outras ações foram toma­das e con­ta­tos con­ti­nu­a­dos foram esta­be­le­ci­dos. Deste modo, pode­mos dizer que o ano de 2011 foi, com cer­teza, um ano de opor­tu­ni­da­des. Mas 2012 será maior.

Datas his­tó­ri­cas como os 50 anos de nossa UnB, gran­des even­tos como o FLAAC (Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura), deba­tes essen­ci­ais como os que envol­vem a esta­tuinte e momen­tos deci­si­vos como as elei­ções para Reitor são alguns dos acon­te­ci­men­tos que mar­ca­rão o ano. Junto a eles se faz clara a poten­ci­a­li­dade de mudan­ças e de con­so­li­da­ções que afe­ta­rão nosso coti­di­ano e o de futu­ros mem­bros da nossa que­rida comu­ni­dade acadêmica.

Assim, expres­sa­mos aqui alguns de nos­sos dese­jos para o ano que começa:

Que nossa uni­ver­si­dade seja um espe­lho do que que­re­mos para nossa soci­e­dade. Que con­vi­va­mos em um ambi­ente seguro e humano, que a admi­nis­tra­ção pública seja efi­ci­ente e trans­pa­rente, que bons pro­je­tos sejam fomen­ta­dos, que a demo­cra­cia e a plu­ra­li­dade pre­do­mi­nem, que o conhe­ci­mento se mul­ti­pli­que, que as neces­si­da­des espe­ci­ais sejam aten­di­das, que a espe­rança vença o medo e que o bom-senso vença a igno­rân­cia, que cada um con­tri­bua da melhor maneira que puder por um país melhor, que os méri­tos sejam reco­nhe­ci­dos, que a voz seja ouvida e a crí­tica feita, que se aca­bem a dema­go­gia e corrupção!

Que cada um se veja como a impor­tante peça que é na cons­tru­ção des­tes dese­jos e que estas expec­ta­ti­vas sejam mais que meros deva­neios. Que sejam pro­je­tos e se tor­nem rea­li­dade, pois somos nós que faze­mos nosso futuro. Que a pos­te­ri­dade saiba que não dei­xa­mos o silên­cio negli­gente mol­dar os rumos de nosso des­tino, pois nós tra­ba­lha­mos e tra­ba­lha­re­mos para fazer o que pro­me­te­mos. Que a Universidade de Brasília fique um passo mais pró­xima de ser a grande uni­ver­si­dade que nas­ceu pra ser.

Que a comu­ni­dade aca­dê­mica, em toda sua diver­si­dade, nos ajude na árdua busca por uma UnB melhor.
UnB, o futuro do Brasil é você é quem faz!

 

Estes são nos­sos mais sin­ce­ros votos.
Um ótimo 2012 para todos nós!
DCE — Gestão Aliança pela Liberdade.

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por Ian

A vitória dos sem partido: um estudo sobre a vitória da Aliança pela Liberdade

3 de dezembro de 2011 em Gestão

A polí­tica é um esforço tenaz e enér­gico para atra­ves­sar gros­sas vigas de madeira. Tal esforço exige, a um só tempo, pai­xão e senso de pro­por­ções. É per­fei­ta­mente exato dizer — e toda a expe­ri­ên­cia his­tó­rica o con­firma— que não se teria jamais alcan­çado o pos­sí­vel, se não se hou­vesse ten­tado o impossível.

Max Weber

Embora a vitó­ria da Aliança pela Liberdade tenha rece­bido grande aten­ção da imprensa local e naci­o­nal, aque­les que tinham curi­o­si­dade em enten­der a vitó­ria de um grupo prag­má­tico, sem par­ti­dos  ainda aguar­da­vam uma aná­lise mais pro­funda da ques­tão. Entrego ao público um texto que ana­lisa as seguin­tes questões:

  1. Para além das dife­ren­ças entre pro­pos­tas, o que dis­tin­gue a Aliança dos demais gru­pos em ter­mos de atu­a­ção polí­tica e representação?
  2. Qual a rela­ção da Aliança com os par­ti­dos polí­ti­cos? Anti-partidarismo ou apartidarismo?
  3. A elei­ção de 2011 (para além da chapa vito­ri­osa) revela alguma ten­dên­cia no grau de inte­resse do corpo dis­cente pela polí­tica estudantil?
  4. O que moti­vou o aumento da vota­ção em cur­sos que pouco vota­vam até 2010 e pas­sa­ram a votar em 2011?
  5. Até que ponto a mudança de padrões elei­to­rais pode ser atri­buído a Aliança pela Liberdade ou as demais chapas?

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Reunião com a Gestão Aliança pela Liberdade!

29 de novembro de 2011 em Eventos, Gestão

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A atual ges­tão do Diretório Central dos Estudantes, Aliança pela Liberdade, con­vida todos e todas para uma reu­nião com o grupo.

A ges­tão é, de certa maneira, iné­dita no movi­mento estu­dan­til da UnB. É por esta razão que pro­po­mos este encon­tro: que­re­mos des­mis­ti­fi­car alguns estig­mas que impu­tam sobre nós, ao mesmo tempo em que mos­tra­mos nos­sas reais moti­va­ções. Assim, tornamo-nos mais trans­pa­ren­tes, uma vez que pode­re­mos ser conhe­ci­dos pelo que real­mente somos.

Nossas pro­pos­tas de cam­pa­nha serão rea­fir­ma­das, vamos apre­sen­tar algu­mas novas que sur­gi­ram durante nosso man­dato, o qual come­çou no dia pri­meiro de novem­bro deste ano.

São mui­tos os alu­nos, pro­fes­so­res, fun­ci­o­ná­rios e até mesmo aque­les que não têm algum tipo de vín­culo direto com a Universidade de Brasília, que que­rem nos aju­dar, dar suges­tões ou fazer algum tipo de crí­tica. Sendo assim, esta é uma ótima opor­tu­ni­dade para um pri­meiro contato.

O encon­tro acon­te­cerá no dia 10 de Dezembro, às 16 horas.

O local será o audi­tó­rio 4 no Instituto de Biologia (IB)*.

O IB fica ao lado da saída sul do Instituto Central de Ciências, ICC.

*Devido ao ves­ti­bu­lar que acon­te­cerá no mesmo dia.

DCE presente na Conferência do Desenvolvimento 2011 — IPEA

29 de novembro de 2011 em Eventos, Gestão

Entre os dias 23 e 25 de novem­bro, ocor­reu a segunda Conferência do Desenvolvimento do IPEA. Desde sua pri­meira edi­ção, o evento con­ce­deu um estande ao Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília. Nesse ano, o Diretório o dire­tó­rio usou o espaço para valo­ri­zar a pro­du­ção aca­dê­mica dos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade. Os pro­gra­mas inte­res­sa­dos leva­ram seus trabalhos.

Ficaram expos­tos tra­ba­lhos dos PET’s de Biologia, Ciência Política, Economia, e Psicologia. Durante a mos­tra, era pos­sí­vel adqui­rir o jor­nal PETrechos do PET Psicologia. Uma pré­via da revista Laboratório de Economia, do PET Economia, tam­bém estava disponível.

Exemplares tanto do jor­nal, como da revista estão dis­po­ní­veis na sede do DCE (ICC Norte).

Dignidade aos(às) estudantes da FUP

25 de novembro de 2011 em Gestão

Um grupo de 200 estu­dan­tes da Faculdade UnB Planaltina subiu a rampa do pré­dio da Reitoria na manhã desta segunda, 7, para rei­vin­di­car a cons­tru­ção de um res­tau­rante uni­ver­si­tá­rio, aumento do valor das bol­sas ali­men­ta­ção e cum­pri­mento do prazo de oito meses para cons­tru­ção do alo­ja­mento estu­dan­til. O pro­testo come­çou no Restaurante Universitário do cam­pus Darcy Ribeiro, às 9h30. Depois, os alu­nos segui­ram para a Reitoria, onde foram rece­bi­dos pela Administração.

Durante reu­nião com os estu­dan­tes, Carolina Cássia, decana de Assuntos Comunitários, infor­mou que, de ime­di­ato, a uni­ver­si­dade pode alu­gar ônibus para levá-los ao res­tau­rante comu­ni­tá­rio da cidade. A solu­ção seria apli­cada até que o Módulo de Serviços e Equipamentos Esportivos (MESP) comece a fun­ci­o­nar. “Estamos nego­ci­ando a ques­tão do res­tau­rante uni­ver­si­tá­rio”, afir­mou. O rei­tor José Geraldo vai con­ver­sar, nesta quarta-feira, 9, com o dire­tor do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) para nego­ciar licença ambi­en­tal para tirar a obra do MESP do papel”.

Leonardo Volpatti, do Diretório Central de Estudantes, apóia a causa. “Alimentação e mora­dia têm que ser aten­di­dos de ime­di­ato. Nós nos com­pro­me­te­re­mos a fis­ca­li­zar todos os pra­zos que a Reitoria firmar”.

Fonte: Alves, Tatiana (UnB Agência). Alunos de Planaltina rei­vin­di­cam assis­tên­cia estu­dan­til: Reitoria e estu­dan­tes dis­cu­ti­ram solu­ções para pro­ble­mas como falta de alo­ja­mento e auxí­lio ali­men­ta­ção. Disponível em: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=5901. Acesso em 25/11/2011.

O DCE-UnB, em sua pri­meira reu­nião com o Reitor, expôs a neces­si­dade de des­cen­tra­li­za­ção do Restaurante Universitário – RU para aten­der os(as) estu­dan­tes de todos os qua­tro Campi da Universidade. Ler tudo →