E aí? Já está sabendo? O DCE e os Centros Acadêmicos farão uma das maiores e melhores festas já vistas na UnB. Como em todo grande evento, a expectativa e burburinho ansioso já estão no ar. Mas nem só flores há nos canteiros da nossa querida universidade. Uma rede de boatos já circula informações equivocadas, incompletas e inverídicas sobre a festa. Abaixo, colocamos os pingos nos is e esclarecemos o que é e o que não é verdade sobre a Calourada.
1 — A calourada foi terceirizada?
Não. A Calourada segue sendo realizada pelo DCE e pelos Centros Acadêmicos.
No entanto, para evitar os erros das gestões anteriores – que levaram a prejuízos financeiros e uma carga desnecessária de trabalho, tanto para o DCE como para os CAs –, procuramos a ajuda de pessoas experientes na realização de festas, na confecção de cenografia e na produção cultural dentro da Universidade de Brasília. Tais pessoas serão contratadas e remuneradas, naturalmente, pelo trabalho desempenhado e, em contrapartida, assumirão todos os riscos da produção. É do entendimento da gestão deste DCE que a experiência e conhecimento técnico dessas pessoas é interessante para um evento desse porte. A produção da festa permanece sendo do Diretório Central dos Estudantes. Essas pessoas estão à serviço do DCE e só agem com autorização da comissão especial da Calourada.
Tais pessoas, escolhidas para assumir os riscos e realizar parte do trabalho, estarão presentes nas reuniões com os centros acadêmicos para apresentar e nivelar toda a dinâmica do trabalho, bem como responder a todas as dúvidas. Convenhamos… Quem fala isso definitivamente não sabe o que é terceirização.
2 — É verdade que os CAs foram excluídos da organização?
Não. Os CAs seguirão participando da construção da Calourada em posição ainda melhor do que fizeram nas calouradas anteriores.
Isso porque, pela primeira vez, está completamente descartada a possibilidade dos centros acadêmicos terem prejuízos com a festa, como nas outras edições, já que os riscos da produção foram todos assumidos pelas pessoas contratadas para lidar com os aspectos mais técnicos.
Por que isso? Porque percebemos que muitos CAs ofereciam resistência em participar da Calourada em razão de prejuízos anteriores e do modelo que pedia que cada CA entrasse com uma quantia determinada de dinheiro para poder auferir ganhos ao fim. Trabalhar com risco zero e com horizonte de ganho é uma grande conquista e permite que qualquer centro acadêmico entre nessa parceria sem onerar seus orçamentos. Dessa forma, seguirão na construção do evento livres da preocupação com problemas de ordem técnica e financeira.
3 – Disseram que o DCE está privilegiando alguns CAs em detrimento de outros…
Bobagem! Esse boato surgiu por pura desinformação.
Estamos nos reunindo com pequenos grupos de centros acadêmicos para apresentar, debater e ouvir em profundidade todos a respeito do assunto. Todos os CAs serão procurados para tais reuniões. Essas rodadas de conversa culminarão conforme nosso planejamento, com uma reunião geral com todos os CAs. Teremos, portanto, duas fases: a de reuniões menores, com pequenos grupos de CAs e uma reunião ampliada, com todos os centros acadêmicos.
Esse método de trabalho foi adotado porque privilegia a conversa direta, informal, aberta e em profundidade com os Centros Acadêmicos em detrimento de discussões generalistas, demasiadamente longas e com baixo potencial deliberativo que, não raro, caraterizam as reuniões de grandes grupos. Somar os dois métodos de discussão (reuniões menores e reunião ampliada) foi a solução encontrada para tornar o processo decisório mais eficiente, produtivo e ainda mais democrático e aberto. Ao invés de privilegiarmos esse ou aquele CA, isso é uma forma de nos abrirmos ainda mais para o debate.
4 – Ah, legal! E como eu faço para o meu CA participar?
Basta procurar o DCE (pelo Facebook, email, telefone ou presencialmente) ou esperar que entremos em contato. Buscaremos TODOS os centros acadêmicos com o convite para trabalharmos juntos.
Mais alguma dúvida? Procure-nos. Estamos a disposição!